sexta-feira, 22 de maio de 2009

Nota de Repúdio às declarações do Ministro Carlos Minc

Nota de Repúdio às declarações do Ministro Carlos Minc

Divulguem! e votem

http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/assinar/4328

Assine este abaixo-assinado

A União de Blogueiros Evangélicos, neste ato representada pelos associados abaixo assinados, vem, mui respeitosamente, repudiar publicamente a atitude do Excelentíssimo Ministro do Meio Ambiente, sr. Carlos Minc, que, no dia 18 de maio de 2009, durante discurso no Palácio Guanabara, em São Paulo, afirmou o seguinte: "Tem alguns momentos em que a Igreja erra feio. Um deles é a questão da camisinha. Se a gente fosse atrás da Igreja, quantas pessoas não estariam doentes? Outra questão é a da homofobia. Como é que uma religião pode dizer que é fraterna e solidária com todos se pressiona os parlamentares a não aprovarem a lei que criminaliza a homofobia?"; e ainda completou: "Quem se opõe à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia é corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Como que fornecendo o corolário para a discussão do problema, conforme as agências noticiosas, o ministro também forneceu o emblemático número de três mil crimes por homofobia, nos últimos dez anos no Brasil.




Sobre o desastroso pronunciamento do sr. Ministro, a UBE entende:

1) Que o Ministro pode e deve se manifestar no exercício democrático do seu juízo. Inclusive, discordando da posição da Igreja e dos cristãos de uma forma geral; afinal, a livre manifestação do pensamento é garantia assegurada pela Carta Magna em seu art. 5º, inciso IV. Garantia essa que, ironicamente, o PLC 122/2006 pretende acabar a pretexto da tipificação criminal da homofobia..

2) Que o Governo Federal, representado naquele ato pelo então Ministro, enquanto Poder Executivo do Estado brasileiro, deve zelar para que todos os cidadãos tenham seus direitos resguardados em consonância com os dispositivos legais vigentes, de maneira isonômica e justa, independente de sua cor, raça, sexo, opção sexual e religião, conforme estabelece o artigo 5º, caput, da Constituição Federal, o qual estabelece que "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes".

3) Que o sr. Ministro acabou por atacar frontalmente todas as igrejas e entidades religiosas que se opõem a tais projetos legislativos, responsabilizando-as levianamente por aquilo que ele denomina de "multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários". Entidades essas que, inclusive, estão inseridos os milhares de blogueiros evangélicos que assinam virtualmente a presente nota de repúdio;

4) Que, da maneira infeliz e irresponsável como foi feito, o pronunciamento evoca uma separação de grupos sociais, de modo a suscitar uma luta de classes entre aqueles que são contrários e aqueles que são favoráveis aos projetos de lei de criminalização da homofobia. Luta esta inexistente, uma vez que nenhuma igreja aqui representada assassinou, instigou ou colaborou para que gays, lésbicas e simpatizantes sofressem qualquer tipo de violência; muito menos incita ou incitou ódio contra os homossexuais.

5) Que o simples fato de apoiar ou não apoiar determinado projeto legislativo não significa necessariamente incentivo a um certo comportamento social; principalmente quando esse comportamento é maléfico para a sociedade. Com efeito, ser contrário à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia não é o mesmo que incitar o ódio ou a violência contra os homossexuais. Absolutamente. Afinal, se essa for a lógica padrão, concluiríamos também que o sr. Ministro é incentivador do uso de drogas, notadamente da maconha, isso porque, recentemente, ele mesmo participou de ato público onde pedia – aos gritos - a descriminalização do uso da maconha. Portanto, se essa idéia estiver correta, o sr. Carlos Minc é também "corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários" originados a partir do uso da maconha (furtos, roubos, homicídios, violência, etc.), bem como corresponsável pela destruição de milhares de famílias brasileiras que possuem dentro de casa viciados nesse tipo de droga.

6) Que as igrejas aqui representadas se resguardam o direito ao exercício do mesmo juízo resguardado ao nobre ministro e discordam igualmente de suas palavras e do apoio a tais projetos. Desta forma, as igrejas e seus membros podem discordar de quaisquer opiniões que julguem contrárias à sua fé e crença, inclusive, entre si, e o fazem de maneira ordeira e responsável. Não lembramos de qualquer enfrentamento religioso, apesar das divergências pontuais entre as correntes evangélicas brasileiras, o que é sadio;

7) Que, diante da afirmação de que nos últimos dez anos houve no Brasil 3.000 crimes por homofobia, se faz necessária a seguinte pergunta: Por que o ministro, ou seu correspondente na pasta da Justiça, não disponibiliza as investigações das 3.000 mortes? Porque muitos destes crimes foram sequer investigados! Entendemos que o emblemático número é fruto de mistificação grosseira e sintetiza a omissão e inabilidade do próprio Governo frente à crescente criminalidade de nossos dias. Senão leiamos um trecho de reportagem do Jornal do Commercio, do dia 15 de abril deste ano sobre o mesmo assunto. Na ocasião o jornal divulgava estatísticas semelhantes (grifos nossos):

Os gays são mais "frequentemente assassinados dentro da própria casa", geralmente a facadas ou estrangulados. Já os travestis são executados na rua a tiros. O perfil dos criminosos é descrito assim pelo relatório: "80% são desconhecidos, predominando garotos de programa, vigilantes noturnos, 65% menores de 21 anos".

Os gays são assassinados dentro de casa por 80% de desconhecidos!? Não lhes parece estranho? Veja como a contradição fica mais aparente quando se acrescenta predominando garotos de programa? Ou seja, na maioria das vezes, o gay chama um garoto de programa para sua própria casa, assumindo os riscos inerentes a esta atitude, e por alguma razão, os dois se desentendem e o gay é assassinado! Isso não é homofobia desde o início, porque, a priori, quem aceita um programa com um gay é porque gosta de sexo com ele.

Apesar das mortes, que devem ser sempre lamentadas, as ONGs dos movimentos engajados desejam um tratamento específico ao problema. O que querem? Um policial para cada casa, para poderem fazer sexo em segurança com um desconhecido? Observemos, por oportuno, que a questão colocada em foco não é a violência como drama brasileiro, mas a que atinge especificamente a homofobia. Uma classe especial de apuração somente para os gays. Como se as demais mortes de brasileiros fossem menos importantes. Outrossim, o que dizer dos gays que morrem disputando parceiros? Ou isto não acontece? Ou os que se envolvem em brigas que não tem nada a ver com sua opção sexual e em decorrência delas são assassinados? Dos que se arriscam nos programas noturnos? Enfim, em que circunstâncias foram mortas cada uma destas pessoas? A alquimia esconde, por exemplo, os praticantes do bareback!

8) Que tais projetos criam uma classe especial de privilegiados. Que de posse dos direitos especiais providos pelos projetos irão arguir as opiniões contrárias, de maneira agressiva e violenta, como já ocorre nos EUA. Decerto, a prevalecer a maneira tendenciosa como o Governo Federal cria políticas segregacionistas, um dia o Brasil vai ter uma Delegacia para apurar crimes contra os gays (aliás, já tem, só que com mais ênfase tem em vista os projetos em trâmite), outra contra os negros, os pardos, os amarelos, os narigudos, os baixinhos, os carecas, os gordos, os babalorixás, os que usam colete; enfim, contra cada categoria que reclame para si uma apuração diferenciada. Quando todos, repetimos, todos, os crimes deveriam ser apurados indistintamente, e nuances como sexo, religião, raça e opção sexual fossem contornos do fato. Exceto, nos casos em que há ligação explícita, como, por exemplo, os crimes praticados por neonazistas;

9) Que o Governo Federal desde há algum tempo luta por reparações históricas. O que seria muito bom, se tais reparações não segregassem os brasileiros em castas. A segregação impõe uma classe. Tal imposição se configura racista, quando aloca privilégios. Repudiamos tal articulação, pois historicamente perseguidas pela Igreja Católica, por exemplo, as evangélicas, nunca ousaram reivindicar reparação alguma;

10) Que a fala do excelentíssimo ministro Carlos Minc tenta mantê-lo em foco, desviando-o dos verdadeiros problemas de sua pasta, quais sejam, em resumo:

a) Desmatamento recorde. Provavelmente ao término deste texto o tamanho de uma quadra de futebol de árvores foi abaixo, em nome da ilegalidade e da exploração desordenada;

b) Poluição desmedida de nossos rios e costas. As matas ciliares estão em franco desaparecimento e os rios brasileiros agonizam;

c) Crescimento desordenado de nossas cidades, com déficit sensível de saneamento básico;

d) Impunidade nos delitos contra a natureza;


e) Ausência de políticas de longo prazo para o meio ambiente, tais como implantação da sustentabilidade plena em áreas de preservação ambiental.

Em suma, diante do fiasco à frente do Ministério do Meio Ambiente, o excelentíssimo senhor Carlos Minc procura desesperadamente por visibilidade advogando causas estranhas à sua pasta. Como militância na marcha da maconha e portavoz de evento gay.

O que vem depois da lei de "homofobia"

O que vem depois da lei de "homofobia"
UBE - BLOGAGEM COLETIVA


VOCÊ VAI PERMITIR?

(¿Usted lo permitirá?)


Pastor Hector Muñoz Uribe - Concepción/Chile


Tradução de João Cruzué


O que você diria se um homossexual entregasse a "teu" filho de oito anos um “manual” para convencê-lo de que suas condutas [homossexuais] são inteiramente normais? Que diria você se esse “manual” lhe inculcara que as condutas homossexuais não são aceitas por culpa da Igreja e da moral cristã que você tem ensinado?

Que diria você, se soubesse que esse “manual” vem acompanhado de um cursos, que inclui algumas “tarefas” como fazer um convite para um homossexual vir a sala de aula para que explique suas próprias experiências, ou pior ainda, efetuar visitas a organizações de homossexuais, onde se lhe explicará com todos os detalhes como se deve “assumir” a homossexualidade?

E, que diria você se o Ministério da Educação (do Chile) outorgasse um respaldo oficial a este “manual” dando-lhe boas vindas, como acaba de fazê-lo a chefe do Departamento de Educação Extracurricular do Ministério de Educação, Magdalena Garretón: “São muito bem-vindos os materiais para ensinar sobre este tema” (publicado no Jornal El Mercúrio em 28 de abril de 2009) ainda que o MEC – Chileno não o respalde?

Tal situação não é uma mera possibilidade. Ao contrário, é muito provável que seu filho deva estudar o manual “Educando na diversidade, orientação sexual e identidade de gênero” editado pelo “Movimiento de liberación homossexual [do Chile] e financiado pelo governo socialista de Extremadura (Comunidade Autônoma da Espanha, cuja Capital é Mérida) e pelo “Movimiento homosexual Triángulo”, também da Espanha.

Esse “manual” se destina, em uma primeira edição, a 250 colégios da Região Metropolitana de Santiago para crianças desde a 7ª séria do ensino fundamental até o 4º ano do ensino médio, além de oferecê-lo gratuitamente em página da WEB.

Seu objetivo é acostumar aos meninos, e entre eles pode estar “teu” filho, com as condutas homossexuais, acabar com qualquer objeção de consciência a essas condutas e, por último, a quem já tenha sido pervertido por suas diretrizes, a “sair do armário” publicamente. Ou seja, uma apologia da homossexualidade.

Mas este "manual" não fica apenas na teoria. Explica também a meninos e meninas que em seu "processo de auto-conhecimento" se deve destruir a "homo-transfobia-interiorizada", acabar com o recato e a vergonha sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Em poucas palavras, isto significa que os ativistas homossexuais trataram de convencer a muitos meninos, que se encontram em uma fase de amadurecimento incipiente, de que são homossexuais sem sabê-lo, e que mais adiante se devem comportar como tais.

Posteriormente lhes mostra, nesse processo de "auto-conhecimento", que poderão ter experiências "de intimidade com pares homossexuais ou transexuais e, finalmente, lhes recomenda, a "saída do armário", ou seja, que proclamem sem vergonha sua condição homossexual.

Segundo o "manual", a principal culpada da discriminação aos homossexuais é a influência do cristianismo. Uma das religiões que consideram a homossexualidade com um pecado que atenta contra a moral e os bons costumes.

O "manual" explica aos meninos que "o pecado é um conceito religioso que somente se baseia na Bíblia, em texto "não conclusivo".

A consequência é que "teu" filho, na medida que se deixe induzir por ativistas homossexuais, se convencerá da "normalidade" de tais condutas, e terminará inevitavelmente rechaçando qualquer influência moral da religião, por crer que esta é a causadora de todas as discriminações.

Toda esta incitação à imoralidade e instigação à apostasia da moral cristã está sendo financiada pela Junta de Extremadura do PSOE (partido político da Espanha) e pela fundação espanhola "Triángulo" de lésbicas e homossexuais para impor sobre o Chile o que hoje já é lei na Espanha: as uniões civis homossexuais e a adoção de crianças por parte desses "casais".

Mas o objetivo do Movimento de Homossexuais (Movilh) é que o Ministério da Educação - 0 do Chile - incorpore o manual para lhe dar uma distribuição nacional. Segundo eles, o Movilh com esta publicação está "fazendo as vezes" do MEC-Chileno.

Afirma o "Movilh" que há jovens que estão solicitando sua publicação em todas as províncias chilenas (de Arica a Punta Arenas) sem embargo, uma política educação sexual para estudantes via Ministério da Educação ( CNN Chile, 18 de abril, 2009)

Isto é uma clara pressão para que o Governo do Chile "encampe" este manual como um texto educativo para todo o país. Tal eventualidade é bem provável, uma vez que o grande financiador das atividades do "Movilh" é precisamente o governo do Chile.

Ademais, o próprio Ministério de Educação do Chile já deu as "boas-vindas" a este péssimo manual e no passado recomendou um livro de conteúdo muito semelhante que aconselhava aos meninos: "Faça contato com alguma pessoa homossexual que você conheça. Se puder, convide-a para conversar em seu curso no colégio" ("Cambiando de Piel" - edição "La morada" 1997).

Pense um pouco em "teu" filho, ou em "tua" netinha. Pense na pressão do ambiente desse curso, nas burlas e sanções, se se obstina em considerar que as condutas homossexuais são "intrisicamente desordenadas" ou simplesmente, um pecado, como sempre tem ensinado a Igreja cristã.

Resistirá?

Este "manual" é uma clara incitação à apostasia da moral cristã e da fé, e um curso de perversão sexual para as crianças; para seu filho e para sua filha e faz parte de uma campanha para descristianizar o Chile desde suas próprias raízes.

E não pense que se você os matricular em um colégio cristão estarão a salvo desta influência. O "manual" foi redigido graças a uma "experiência piloto" realizada em vários colégios, entre os quais, o "Alma Matar" e o "Monsenhor Enrique Alvear", que dizem ter uma orientação católica.

É necessário e urgente exercer uma presão sobre o Ministério da Educação para impedir que aqueles que pretendem dar um respaldo oficial a este "manual" tenham êxito. Se a Ministra da Educação não vir, de parte dos pais de família uma forte reação contra esta campanha de pervertimento de nossos filhos, terminará por ceder diante das pressões do movimento dos homossexuais.

As declarações de boas-vindas da chefe do departamento de Educação Estracurricular do Ministério da Educação Chileno, Magdalena Garretón, a este material, são um claro indício de que se pretende aprovar oficialmente esta publicação.

Por esta razão, é urgente que você faça chegar agora mesmo seu protesto a Senhora Ministra e re-envie este email a todos seus conhecidos. Envie agora mesmo seu protesto. Emails e cartas o mais que puder. Que o Chile se informe da verdadeira realidade.

Email recebido do Pastor Hector Muñoz.

Original em espanhol: Blog Mirar Cristiano


Comentário - Hoje isto está acontecendo no Chile; amanhã, provavelmente, poderia acontecer no Brasil. Vejo uma Igreja cristã brasileira indiferente e pouco engajada. Do outro lado, o exército dos "amalequitas" está formado. Financiado com recursos públicos. Dos impostos que nós, cristãos, pagamos. Financiado com recursos de países e organizações estrangeiras. A Igreja brasileira não está levando em conta o tamanho do mal que está por vir. Para combater isso não basta orar. Nem se omitir; justificar que o mundo jaz no maligno. Você deve isto a seus filhos. A seus netos. É preciso se mexer dentro do exercício do jogo democrático. Protestar. Espernear. Engana-se quem pensa que, se a Lei da "homofobia" passar, o ativismo homossexual vai se arrefecer. O que está acontecendo no Chile mostra que não. Há uma estratégia planejada para exigir a mudança constitucional para legalizar o casamento homossexual. Com a lei da "homofobia" aprovada, o caminho fica livre. E se a lei mudar, pode amparar o casamento homossexual dentro da sua Igreja. Acorda e protesta! (João Cruzué)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

É a vontade de DEUS que venhamos a prosperar financeiramente?

É a vontade de DEUS que venhamos a prosperar financeiramente? Que tenhamos bens desta Terra, como imóveis, dinheiro, carros, etc?

Bem, existe uma forma de entendermos o propósito para tudo o que existe e o porquê das coisas serem como são. Vamos usar como exemplo algo feito pelo homem, pode ser um computador. Os engenheiros sabem exatamente o que querem com aquele artefato no qual estão trabalhando, investindo todos os seus esforços e conhecimentos para que aquele "invento" venha a alcançar os seus objetivos.

Então, de forma semelhante, a linha que podemos tomar para verificar o aspecto da prosperidade financeira, deve seguir até "a prancheta do projeto". Ou seja, como era de início. Como Deus imaginou que deveria ser a criação? Qual seria o papel original do homem pensado por Deus, qual o seu objetivo e como seria esse homem? Devemos nos lembrar que o homem é a coroa da criação, dessa forma, tudo que há na Terra foi
planejado para nosso proveito.

Veja o que as escrituras dizem:

"Que é o homem... fizeste-o por um pouco menor do que Deus, e de glória e de honra o coroaste... fazes com que tenha domínio sobre as obras da tua mão; tudo puseste debaixo de seus pés: todo o gado – ovelhas e bois – assim como animais do campo... as aves, os peixes e tudo o que se passa pelas veredas dos mares". Salmos 8.1-3-9

"Disse Deus: façamos o homem à nossa imagem e semelhança, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes dos mares, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra, sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra. Vs 28 DEUS os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicativos; enchei a terra, e sujeitai-a. Dominai..." Gênesis 1.26-29

"Ora, o Senhor Deus plantou um jardim no Éden, e pôs ali o homem que havia formado". Gênesis 2.8

Os versículos que se seguem nos mostram como Deus planejou para que vivêssemos Seu plano para o homem. Seria uma vida mendigando e de necessidades? Vamos voltar ao ambiente que tínhamos em Adão e obter a resposta.

Vs9 diz: "E o Senhor Deus fez brotar da terra toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para comida".

Além do suprimento, Deus ainda deu um toque de bom gosto, promovendo uma sensação de bem estar no Éden com uma paisagem belíssima. Pelo que eu sei, Deus é bem "exagerado" e quando a Bíblia fala de "belíssimo", deveria ser algo inimaginável à a nós hoje. Quando atentamos para as obras de alguns paisagistas ficamos admirados, agora imagine o que deveria ser esse jardim, a beleza, o toque da própria criação de Deus para produzir um ambiente agradável e aconchegante para o seu homem criado, o seu "governador" da Terra, administrador, aquele que representaria o governo, poder e sabedoria de Deus na Terra, a própria expressão de Deus na Terra.

Vamos continuar:

Vs10 diz: "Saia do Éden um rio para regar o jardim... (deveria ser imenso esse jardim, pois era preciso um rio para regá-lo, e não era qualquer riozinho, era um rio que se dividia em outros quatro rios.) ...dali se dividia e se tornava em quatro braços".


Bem, ao que podemos ver até agora, o "pobre" Adão ficou aqui na terra entregue às traças, mendigando, sem lugar para morar e sem prazer na vida, certo? É essa a visão que temos nestas passagens bíblicas? Definitivamente não!!!

A "pequena morada" de Adão, de onde ele deveria começar a governar toda a Terra era uma espécie de pequena fazenda, mas com milhares de árvores, um rio imenso para regar que se transformava em outros quatro rios, e havia ainda uma jazida de ouro, de ouro finíssimo para ser mais exato.

Bem, é incalculável nas medidas que temos hoje a prosperidade original deste homem (representante da humanidade). Prosperidade em todas as áreas da sua existência. Existia comida (necessidade básica), mas também existia uma beleza incomparável e agradável para seu bem-estar. Também podemos dizer que ele era riquíssimo pois no Éden tinha ouro em abundância. Era uma jazida de ouro no seu "quintal".

Acho que isso é prosperidade financeira, e você? Se fosse hoje, comparado com o que existe, o homem mais rico do mundo não seria o dono da Microsoft, seria o "dono" do mundo, Adão (humanidade original, como Deus havia pensado).

Assim podemos comprovar pelas Escrituras que toda a Terra é do homem, e foi entregue para que o homem dela usufrua. Tudo o que há na Terra é para nós, como foi para Adão.

Adão tinha autoridade para tirar da Terra o seu sustento, a sua provisão como governador absoluto sobre a mesma.

Como falamos de início, se quisermos achar a verdade sobre algo que foi alterado, danificado, quebrado, que saiu da sua função original, devemos voltar ao princípio, quando este algo foi criado/inventado. Foi no seu início, nas suas origens, que foram definidas as habilidades, capacidades, funções, significado, recursos, utilidades, objetivos e potenciais. Como era no início, como ficou após comprometido no seu estado original, e como será após restituído ao estado original.

Assim, se Adão tinha autoridade na Terra antes, agora que Deus nos libertou em Cristo temos a mesma forma, pois nós somos a descendência do Adão-perfeito, somos a continuação da história de Deus para o homem.

Porém, como sabemos, o homem Adão cometeu alta traição para com Deus, se vendendo para o Diabo. Desta forma, os bens da Terra, entre os quais estavam também as citadas riquezas, foram tiradas do homem por Satanás, como resultado da desobediência. As Escrituras dizem que toda autoridade do homem foi entregue ao Diabo e que o próprio homem passou de dominador à dominado, de dono à escravo. Foi nesta distorção que o homem perdeu o significado original de sua existência, cuja fonte era Deus.

Jesus Cristo é a provisão de Deus para que o homem retome sua posição de autoridade sobre a Terra. O homem em Cristo volta a ser representante do governo de Deus na Terra, um "sócio" de Deus, e quem é sócio de Deus não pode ser mendigo, pobre, miserável, necessitado e financeiramente fracassado.

É isso o que somos, mas só com o entendimento destas verdades obteremos resultados práticos sobre a restituição de Deus para nós. Podemos fazer nossa Alma prosperar ricamente no entendimento destas verdades, porque delas depende como nós viveremos aqui na Terra, se como dominadores ou dominados(Cl 1-3; 3Jo 2), embora já nos tenha sido restituída a posição de dominadores ( Cl 1.1-4).

Glória a Deus porque essa distorção temporária da humanidade, esta condição "danificada" foi reparada pelo próprio Deus, por meio de Jesus Cristo. Nossa autoridade foi restituída. Jesus Cristo (Mt 28.18-20), o homem Deus, a tomou de volta (Lc 11.21-22). Nosso domínio foi restituído (Gl 1.4, Cl 1.13). Nossa riqueza foi restituída (Ef 1.17-23). Ou seja, tudo o que éramos em Adão é o que somos agora.

Somos co-herdeiros com Cristo e herdeiros de DEUS Rm 8.17 ; Gl4.4-6; IJo3.1-2; 4.4 . Ele levou legalmente a nossa pobreza para termos a sua riqueza, ou melhor a nossa riqueza restituída (IICo 8.9; Gl 3.14, 26-29). Cristo devolveu a dignidade, autoridade e significado da criação de Deus.

Abraão, servo de Deus, e não filho como nós, era o homem mais rico financeiramente da sua época e região (Gn 13.2,6,14-18). Quem o enriqueceu foi Deus ( Gn14.23). As escrituras mostram que nós somos herdeiros de Abraão por Cristo, o descendente do homem que tomaria de volta o que foi roubado do homem (Gl 3.26-29; 4.4-7; Lc 11.21-22). Deus fez a promessa da prosperidade de Abraão, assim podemos dizer que Abraão tipificava como seria a restauração do homem, que seria pela fé, e também a conseqüência desta restauração, uma delas é a prosperidade financeira).

Cristo é Deus tomando de volta o que Ele planejou para o seu Homem, e que havia sido roubado pelo Diabo. Agora tudo é nosso novamente (ICo 3.21.23). Fica claro que Deus deseja a prosperidade dos seus filhos.

Joelson Estevam (*)
*Graduado pela Escola de Ministros Rhema e colaborador do Verbodavida.com

O Maior País Pentecostal do mundo

BRASIL O Maior País Pentecostal


A corrente pentecostal surgiu nos Estados Unidos, mas é o Brasil que detém o maior número de seguidores, ficando muito à frente dos americanos e de outros 14 países. Veja o ranking.

BRASIL: 24.005.350
EUA: 5.821.969
NIGÉRIA: 3.884.409
QUÊNIA: 2.892.712
GANA: 2.848.674
CORÉIA DO SUL: 2.448.191
CONGO-ZAIRE: 2.389.700
ARGENTINA: 2.106.120
ÁFRICA DO SUL: 1.946.604
ÍNDIA: 1.807.066
INDONÉSIA: 1.777.418
ETIÓPIA: 1.709.920
ANGOLA: 1.678.503
TANZÂNIA: 1.542.469
MÉXICO: 1.215.808
MOÇAMBIQUE: 1.120.354

Transcrito de: Seleções Reader´s Digest, junho/2007